Novas diretrizes seguem padrões internacionais e buscam reduzir riscos relacionados a baterias de lítio
A Agência Nacional de Aviação Civil atualizou as regras para o transporte de carregadores portáteis, conhecidos como power banks, em voos no país. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial da União e têm como objetivo ampliar a segurança nas operações aéreas.
A revisão incorpora recomendações da Organização da Aviação Civil Internacional, especialmente em relação ao transporte de baterias de lítio, que podem apresentar falhas e causar superaquecimento.
De acordo com as normas atualizadas, os power banks devem ser transportados exclusivamente na bagagem de mão, medida que permite resposta mais rápida em caso de incidentes.
Também é exigido que os dispositivos estejam protegidos contra curto-circuito, com os terminais isolados ou mantidos na embalagem original.
Limites de capacidade continuam valendo
As regras seguem padrões internacionais já adotados na aviação civil:
- GDF investe R$ 4 milhões em auxílio-moradia para mulheres em situação de violência
- Mulheres de Planaltina recebem apoio e informações sobre direitos em ação do GDF
- DF realiza pesquisa para avaliar satisfação de passageiros de ônibus
- Hemocentro promove capacitação sobre doença falciforme para profissionais de saúde
- Evento beneficente no Hospital de Base arrecada fundos para apoio a pacientes
- Dispositivos com até 100 Wh podem ser transportados normalmente
- Equipamentos entre 100 Wh e 160 Wh podem exigir autorização prévia da companhia aérea
- Modelos com capacidade superior a 160 Wh são proibidos
Uso a bordo pode ter restrições
A Anac orienta que o uso de power banks durante o voo siga as diretrizes de segurança e as políticas de cada companhia aérea.
Em geral, recomenda-se evitar o uso inadequado dos dispositivos a bordo, como forma de reduzir riscos associados ao aquecimento das baterias.
Regras podem variar entre companhias
Embora a regulamentação estabeleça diretrizes gerais, algumas condições específicas — como quantidade de dispositivos permitidos e formas de uso durante o voo — podem variar de acordo com a companhia aérea.
Por isso, a recomendação é que o passageiro consulte a empresa antes do embarque para evitar imprevistos.
Com informações da Agência Brasil

