O Banco Central autorizou, nesta quarta-feira (14), a permanência de Paulo Henrique Costa no comando do Banco de Brasília (BRB). A decisão marca a reversão de um indeferimento anterior feito pelo Departamento de Organização do Sistema Financeiro (Deorf), sediado no Recife.
A reconsideração foi formalizada em documento assinado pelo gerente-técnico Jayme Wanderley da Fonte Neto e pelo coordenador Fernando Antonio de Paiva Regis. A nova análise validou o pedido de nomeação e posse de Costa, anteriormente negado em fevereiro de 2025.
Com o novo parecer, Paulo Henrique Costa segue à frente da instituição pelo menos até 2026, quando se encerra o atual mandato da diretoria colegiada. Ele foi eleito presidente em 17 de outubro de 2024, quando os seis integrantes da diretoria foram escolhidos para o biênio 2024-2026.
Costa ocupa a presidência do BRB desde janeiro de 2019, início do primeiro mandato do governador Ibaneis Rocha (MDB). Sob sua gestão, o banco passou por uma fase de expansão e reposicionamento no mercado financeiro. Um dos movimentos mais relevantes ocorreu em março de 2025, com o anúncio da compra de 58% do capital do Banco Master, operação que chamou atenção do setor.
A permanência de Costa é vista como uma continuidade da estratégia de fortalecimento da presença do BRB no cenário nacional, reforçando o papel da instituição como agente de desenvolvimento regional e de modernização dos serviços bancários no Distrito Federal.
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