Ação ocorreu após denúncias de ataques na região e contou com a participação da Secretaria de Desenvolvimento Social, Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde, Casa Civil entre outros órgãos
Nesta quinta-feira (24), o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Casa Civil, coordenou uma operação de resgate de animais de rua na Asa Norte. A ação ocorreu em resposta aos episódios envolvendo ataques de cães a pedestres e a outros animais, registrados nos últimos dias, e contou com a participação da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Zoonoses), da Secretaria de Saúde (SES-DF), do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e outros órgãos competentes.
Após apuração, foi constatado que os animais pertenciam a uma moradora em situação de rua, instalada em área pública do Distrito Federal. Ela recebeu acolhimento das secretarias em um trabalho social realizado na operação e também em abordagens anteriores, quando os animais já haviam sido vacinados pelos servidores.
“Nós temos acompanhado essa situação desde o ano passado e sempre fazemos um ciclo de vacinação. Às vezes a gente chega e não dá para vacinar todos os cães, por causa dos filhotes que não estão na idade de vacinar. No último acionamento conseguimos vacinar todos os cães que faltavam para a raiva e eles também foram avaliados clinicamente. Estão saudáveis, não apresentam sinais clínicos de leishmaniose e estamos atuando no sentido de evitar qualquer transmissão de doenças para os humanos”, declarou Camila Cibeli Soares, da Gerência da Vigilância Ambiental de Zoonoses.
Resultado da operação
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Apesar da resistência tanto ao acolhimento social quanto à retirada dos cães, a tutora permitiu que alguns animais fossem atendidos. Dois dos 15 cachorros foram recolhidos no local e direcionados ao Serviço Veterinário Público do DF (Hvep) e, em seguida, serão levados a abrigos temporários – como o abrigo público inaugurado pelo programa Castra DF este ano.
A secretária afirmou, ainda, que o animal responsável pelo ataque de um dia antes foi um entre os que foram levados pelas equipes. Uma moradora da região, que preferiu não se identificar, acompanha e presta ajuda aos animais há algum tempo. Ela comentou a importância das políticas públicas para lidar com a ocasião: “Tudo tem que ser feito com muita cautela, da forma que foi feito hoje, de forma gradativa, humanizada e em consenso”.
Fontes: Agencia Brasilia

