A ação dá continuidade à mobilização iniciada neste mês e busca ampliar a proteção de animais domésticos contra a raiva.
No sábado (22), a campanha chegou às áreas urbanas do DF com aproximadamente 160 pontos de vacinação. A imunização é gratuita e voltada para cães e gatos saudáveis a partir dos três meses de idade.
A recomendação é que a vacina seja renovada anualmente. Além de proteger os animais, a imunização é considerada uma das principais medidas para evitar a transmissão da raiva para os seres humanos.
Vacinação também protege os tutores
A raiva é uma doença viral extremamente grave e pode ser fatal tanto para animais quanto para pessoas. Por isso, manter a vacinação dos pets em dia é uma medida importante de prevenção.
A aposentada Tereza Abreu aproveitou a campanha para vacinar Roque, seu cachorro de 14 anos. Para ela, o animal é parte da família e precisa receber os mesmos cuidados de prevenção.
- Dia D de Multivacinação leva quase 22 mil pessoas aos postos do DF
- Colar de girassol, Carteira CadPCD e Cartão Especial: entenda as diferenças e os direitos no DF
- Cinco regiões do DF terão energia desligada nesta terça-feira para serviços na rede
- Senado homenageia TST pelos 80 anos de atuação em defesa dos direitos trabalhistas
- Pedestre é atropelada na entrada da Avenida Dom Bosco, no Núcleo Bandeirante
“O animal é um ‘ser’, não é uma ‘coisa’”, afirmou Tereza, que contou manter a vacinação do cachorro atualizada todos os anos.
Pontos fixos funcionam durante a semana
Além das ações aos sábados, os pontos fixos de vacinação continuam atendendo de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
Os tutores podem consultar a relação completa dos locais disponibilizados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal antes de levar o animal para receber a dose.
Caso de raiva no Lago Norte reforça alerta
A campanha já estava prevista antes da confirmação de um caso de raiva em um cão na região do Lago Norte.
Até então, o Distrito Federal não registrava casos da doença em cães desde 2000 e em gatos desde 2001. Apesar disso, o vírus continua circulando entre animais silvestres, principalmente morcegos, que podem atuar como fonte de transmissão.
Em caso de mordidas, arranhões ou outros acidentes envolvendo animais que possam transmitir o vírus, a recomendação é procurar atendimento em uma unidade de saúde, como hospital ou Unidade Básica de Saúde (UBS).
A avaliação médica é importante para verificar a necessidade de medidas de prevenção após a exposição ao vírus.
Fontes: Agencia Brasilia

