A ação contou com aproximadamente 1,5 mil profissionais da saúde, incluindo enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos, dentistas, farmacêuticos, agentes comunitários de saúde e motoristas.
Mais de 6 mil crianças e adolescentes foram imunizados
Entre crianças e adolescentes menores de 15 anos, 11.311 pessoas compareceram aos locais de vacinação, enquanto 6.360 foram imunizadas.
A taxa de vacinação desse público chegou a 56,2%. A faixa etária entre 10 e 14 anos concentrou o maior número de imunizações, seguida pelo grupo de 5 a 9 anos.
Também receberam vacinas adolescentes com mais de 15 anos, adultos e idosos. Ao todo, esse público somou 6.415 pessoas imunizadas.
A Região de Saúde Sudoeste apresentou o maior número de crianças e adolescentes vacinados, com 1.513 pessoas. Em seguida apareceu a Região Norte, com 1.029 imunizações.
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Público aumentou em relação ao ano passado
Os números deste ano representam crescimento em relação ao Dia D realizado em 2025.
Segundo os dados divulgados, houve aumento de 15,4% na quantidade de pessoas que compareceram aos pontos de vacinação e de 13,8% no número de pessoas que receberam pelo menos uma dose.
A campanha de multivacinação continua até 1º de setembro em todo o Distrito Federal.
Para receber as doses, é necessário apresentar documento válido com foto e, sempre que possível, a caderneta de vacinação, seja em formato físico ou pelo aplicativo Meu SUS Digital.
Além de crianças e adolescentes menores de 15 anos, a campanha também contempla grupos prioritários, como gestantes e pessoas com comorbidades.
Vacinação contra o sarampo recebe atenção especial
Os registros de casos de sarampo em São Paulo neste ano reforçaram o alerta para a importância da vacinação. Até o momento, o Distrito Federal não registrou casos da doença, mas a Secretaria de Saúde reforça que manter o calendário vacinal atualizado é a principal forma de prevenção.
A vacina contra o sarampo é indicada, de rotina, para crianças entre 12 e 15 meses. Para famílias que pretendem viajar para São Paulo, o DF também disponibiliza a chamada dose zero para bebês de 6 a 11 meses.
A estratégia busca ampliar a proteção dos bebês, que estão entre os grupos mais vulneráveis a complicações da doença. A dose zero, no entanto, não substitui as doses previstas no calendário regular de vacinação.
Para adultos, a recomendação é de duas doses para pessoas de até 29 anos e uma dose para quem tem entre 30 e 59 anos.
Fontes: Agencia Brasilia

