Hotéis, pousadas e hostels de todo o país passaram a utilizar obrigatoriamente a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes em formato totalmente digital. A medida moderniza o processo de hospedagem e promete reduzir filas e agilizar o atendimento aos turistas.
Com o novo modelo, os hóspedes podem preencher os dados antecipadamente, antes mesmo da chegada ao local de hospedagem. O procedimento pode ser feito por meio de links ou QR Codes enviados pelos estabelecimentos, além de totens e dispositivos disponibilizados nos hotéis.
A ficha digital substitui o antigo cadastro em papel, obrigatório há décadas no setor hoteleiro brasileiro. Agora, todas as informações ficam concentradas em um sistema integrado, permitindo maior organização e rapidez no check-in.
Entre as principais mudanças estão a possibilidade de preenchimento online, a redução do tempo de espera na recepção e a digitalização completa dos dados dos hóspedes.
O presidente do Sindicato dos Hotéis e Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro, Alfredo Lopes, afirmou que grandes redes hoteleiras já vinham adotando o sistema desde o ano passado. Segundo ele, a digitalização facilita especialmente o atendimento de grupos maiores.
- Cheesecake no copo vira tendência em datas comemorativas
- Sorteio da Mega-Sena deste sábado promete prêmio de R$ 45 milhões
- Juros altos e crédito caro ampliam endividamento das famílias no Brasi
- Brasília terá sistema com IA para acelerar manutenção da iluminação pública
- Projeto Olhar Cidadão leva consultas e óculos gratuitos ao Guará
Além da praticidade, o sistema segue as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo a segurança das informações pessoais dos usuários.
De acordo com o governo federal, a ferramenta não tem função de monitoramento individual de turistas. Os dados coletados continuam sendo basicamente os mesmos já exigidos anteriormente, como informações de identificação dos hóspedes.
As informações passam a alimentar o Sistema Nacional de Registro de Hóspedes, utilizado para estatísticas do setor turístico, análise da taxa de ocupação e formulação de políticas públicas voltadas ao turismo.
O governo também reforçou que não há rastreamento de deslocamentos, monitoramento de viagens ou coleta de dados relacionados a consumo e comportamento dos visitantes.

