Iniciativa da SBPC é destinada a estudantes do ensino médio e da graduação que se destacam em projetos científicos.
Estudantes do ensino médio e universitárias de todo o Brasil têm até 15 de novembro para se inscrever na 8ª edição do Prêmio Carolina Bori Ciência e Mulher. A iniciativa, promovida pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), vai reconhecer seis jovens pesquisadoras com premiações de até R$ 13 mil.
O objetivo é incentivar a participação feminina na ciência e valorizar estudantes que já desenvolvem atividades de pesquisa, mesmo no início da formação acadêmica.
Nesta edição, serão selecionadas três alunas do ensino médio e três da graduação, contemplando diferentes áreas do conhecimento.
Quem pode participar?
Podem concorrer estudantes matriculadas em instituições de ensino brasileiras que tenham participado de atividades científicas, como:
- Projetos de iniciação científica orientados por professores ou pesquisadores;
- Feiras e olimpíadas científicas;
- Projetos de pesquisa;
- Ações de divulgação científica.
As candidatas serão avaliadas em três áreas: Humanidades; Ciências Biológicas e da Saúde; e Engenharias, Ciências Exatas e Ciências da Terra.
Será escolhida uma vencedora de cada área nas duas categorias de ensino.
Premiação inclui dinheiro e mentoria
As seis estudantes selecionadas receberão acompanhamento de pesquisadores reconhecidos e terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos na 79ª Reunião Anual da SBPC, prevista para julho de 2027, em João Pessoa (PB).
Os valores das premiações serão:
- R$ 10 mil: para cada vencedora do ensino médio;
- R$ 13 mil: para cada vencedora da graduação.
Como se inscrever?
As inscrições são realizadas pela internet e permanecem abertas até 15 de novembro de 2026.
As interessadas devem consultar o edital e preencher o formulário disponível no site oficial da SBPC.
Quem foi Carolina Bori?
O prêmio homenageia Carolina Martuscelli Bori (1924–2004), psicóloga e pesquisadora brasileira que contribuiu para o desenvolvimento da ciência no país.
Ela foi pioneira na introdução da Análise Experimental do Comportamento no Brasil e se tornou a primeira mulher a presidir a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, entre 1986 e 1989.

