Cada vez mais presentes na paisagem do Distrito Federal, os patinetes elétricos compartilhados se tornaram uma alternativa para quem busca deslocamentos rápidos em trajetos curtos. O serviço já está disponível em 11 regiões administrativas e reúne uma frota de cerca de 2,7 mil veículos.
Os equipamentos podem ser utilizados para ir ao trabalho, à faculdade ou realizar atividades do dia a dia. Atualmente, há patinetes disponíveis no Plano Piloto, Parque da Cidade, Sudoeste, Cruzeiro, Guará, Águas Claras, Taguatinga Sul, Park Way, Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Gama.
Como utilizar o serviço
Para liberar um patinete, o usuário precisa fazer um cadastro no aplicativo da empresa responsável pela operação. Depois disso, basta localizar um equipamento disponível e seguir as orientações apresentadas na plataforma.
Além do cadastro, quem utiliza esse tipo de transporte deve cumprir as normas de trânsito e as regras definidas para a operação do serviço.
Entre as exigências estão a oferta de seguro aos usuários, a disponibilização de equipamentos certificados e em boas condições de uso, além da realização de campanhas educativas sobre segurança e utilização correta dos patinetes.
- Quatro regiões do DF terão interrupção programada de energia nesta terça-feira
- Prazo para pedir voto em trânsito termina em 20 de agosto
- Após Mundial de 2026, futebol já mira Copa histórica de 2030
- Prouni 2026: prazo para comprovar informações termina nesta semana
- Brasil terá eleitorado recorde de 158,7 milhões nas eleições de 2026
Atenção ao estacionamento
Um dos principais cuidados é na hora de encerrar a viagem. Os patinetes devem ser estacionados apenas em locais permitidos, sem obstruir calçadas, rampas de acessibilidade ou a faixa destinada à circulação de pedestres.
A medida busca garantir a segurança e a acessibilidade de quem utiliza as vias públicas.
Serviço é regulamentado no DF
Atualmente, a empresa JET é responsável pela operação dos patinetes elétricos compartilhados no Distrito Federal. O credenciamento ocorreu por meio de chamamento público, que também autorizou a atuação da empresa Whoosh BR.
Embora já esteja habilitada, a segunda empresa ainda não iniciou as operações.
As operadoras autorizadas pagam uma taxa pela utilização das áreas públicas onde ficam instaladas as estações dos patinetes.
*Com informações da Agência Brasília

